Em Produção

Baile das Luzes

A história das vacinas

As escrevivências de Maria Firmina dos Reis

Lélia Gonzalez: A Voz da Amefricanidade

MPB em Revolução

minions em ação

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Baile das Luzes

A história das vacinas

As escrevivências de Maria Firmina dos Reis

Lélia Gonzalez: A Voz da Amefricanidade

MPB em Revolução

Baile das Luzes

Baile das Luzes é um documentário observativo e imersivo que conduz o espectador pelas obsessões visuais do fotógrafo franco-brasileiro Vincent Rosenblatt. Entre o funk carioca, o carnaval dos bate-bolas e o tecnobrega paraense, o filme revela um Brasil que transforma som, cor e movimento em identidade. Acompanhamos Vincent em suas imersões nas periferias do Rio e do Pará, onde a câmera vira instrumento de troca e afeto. Artesãos, dançarinos, DJs e MCs — como MC Cidinho General, Sabrina Ginga, Jojô Pantoja e João do Som — ampliam esse mosaico. Suas vozes conduzem o público pelo processo colaborativo do artista, marcado por amizade, confiança e respeito. O filme também resgata seu trabalho no ateliê Olhares do Morro e suas séries realizadas na Polônia e na França, expandindo o horizonte cultural da narrativa. Baile das Luzes é um mergulho sensorial em catarse, pertencimento e potência estética, reafirmando o lugar das culturas periféricas e amazônicas no mundo contemporâneo.

A história das vacinas

A História das vacinas aborda o processo evolutivo das vacinas desde o século XVII até os dias atuais, tendo o Brasil como palco central. Atualmente, os imunizantes são essenciais para proteção de toda comunidade, incluindo crianças e povos isolados como indígenas e quilombolas. Voltando às origens da imunização coletiva, o documentário investiga alguns episódios de resistência aos imunizantes, com destaque para a Revolta da Vacina. Como contraponto, diversas campanhas foram criadas para conscientização da população, a exemplo do personagem Zé Gotinha. Por fim, a narrativa aborda a criação em tempo recorde de imunizantes para a COVID-19, e como essas descobertas influenciam o futuro das vacinas que ainda são estudadas. Todas essas temáticas são aprofundadas a partir do uso de animações e materiais de arquivo.

As escrevivências de Maria Firmina dos Reis

"As escrevivências de Maria Firmina dos Reis" é uma obra audiovisual que adentra a vida e a obra de Maria Firmina dos Reis, uma influente escritora negra do século XIX. Com uma duração média de 80 minutos, o documentário aborda sua trajetória como antiescravista, destacando suas conquistas como professora e fundadora da primeira escola para meninos e meninas negros do país. A produção também estabelece conexões com escritoras contemporâneas, como Conceição Evaristo, Ana Maria Gonçalves, Cidinha da Silva, Elisa Lucinda, Esmeralda Ribeiro, Jarid Arraes, Lindevania Martins e Miriam Alves. No filme, elas revelam como as vivências de Maria Firmina dos Reis e de outras ancestrais impactam suas obras e podem influenciar futuras gerações de escritoras negras. Essa abordagem promove a visibilidade da literatura brasileira e apoia a diversidade, mostrando a relevância da voz de Maria Firmina dos Reis nos dias de hoje.

Lélia Gonzalez: A Voz da Amefricanidade

O documentário apresenta a vida e o legado da influente ativista e intelectual brasileira, Lélia Gonzalez. O filme mergulha na trajetória de Lélia, desde sua infância humilde até sua ascensão como uma poderosa voz em defesa dos direitos das mulheres negras e da valorização da cultura afro-brasileira. Com a participação de familiares na condução da obra, entrevistas de escritoras como Angela Davis e Conceição Evaristo e arquivos históricos, o documentário destaca a atuação de Lélia Gonzalez na luta por igualdade racial e de gênero. "Lélia Gonzalez: A Voz da Amefricanidade" é uma inspiradora homenagem a uma figura histórica importante, que nos convida à reflexão sobre o papel do ativismo e do conhecimento como agentes de transformação social.

MPB em Revolução

"MPB em Revolução" revisita o período de 1979 a 1989, marcado pela transição do Brasil da ditadura militar para a democracia. Durante esse intervalo, a Música Popular Brasileira (MPB) desempenhou um papel fundamental como instrumento de resistência e expressão social, permitindo que artistas transmitissem suas visões livremente, conectando ideias e emoções e inspirando uma nação em busca de mudanças. A música também impulsionou movimentos sociais relevantes, como o negro e o LGBT, contribuindo para a reivindicação de direitos e para a maior visibilidade dessas comunidades. Ao mesmo tempo, o movimento discoteca trouxe uma variedade de ritmos e influências internacionais à música brasileira, enriquecendo sua diversidade e conectando-a ao cenário global. Paralelamente, os festivais de música ressurgiram, atraindo milhões de telespectadores e promovendo uma interação vibrante entre artistas e público. "MPB em Revolução" destaca o papel ativo da MPB na transição do Brasil para uma sociedade consciente dos direitos humanos e civis e ressalta a importância crucial da música na evolução sociopolítica do país.

Moda sem medida

“Moda Sem Medida” acompanha Ju Romano, Maristela Abreu e Thaís Carla em uma jornada que confronta padrões estéticos e revela as sutilezas da gordofobia no cotidiano. Entre relatos pessoais e reflexões sobre moda, autoestima e afetividade, o filme expõe como a indústria ainda limita corpos e narrativas, apesar dos avanços recentes. Ao mesmo tempo, celebra mulheres que reivindicam autonomia para vestir, existir e ocupar espaços historicamente negados. Especialistas e ativistas ampliam o debate, revelando contradições entre inclusão real e marketing de diversidade. Com sensibilidade e força, o documentário propõe outra lógica de beleza: aquela que nasce da liberdade, da pluralidade e do direito de cada corpo ser plenamente vivido.